Tamanduá-bandeira, natureza e biodiversidade!

Rango do tamanduá-bandeira Joi e a dieta da espécie em reabilitação


Rango do Joi no Instituto Jurumi - pense em um tamanduá bom de boca: é o tamanduá Joi
Eles gostam muito de insetos e na reabilitação é necessária uma suplementação rica em nutrientes, dada a ausência e impossibilidade de realizar a dieta natural com milhares de insetos por dia. Assim eles se mantêm fortes e mais saudáveis para voltar à natureza e o Joi tem um apetite muito bom! Faz gosto ver!!

Do que é feita a dieta de tamanduás na reabilitação?

Um animal que consome milhares de insetos por dia, requer atenção das equipes no manejo em cativeiro.

Existem algumas formas de alimentar os tamanduás: desde vitaminas, de papas a cremes. Por eles não possuírem dentes, é necessário ser uma alimento adequado à anatomia desses animais impressionantes. No projeto a dieta é cremosa, composta por vegetais, proteína animal, sais minerais, ração e água. Para filhotes a comida é mais líquida e simples, tipo vitamina de leite. Para jovens e adultos é oferecido um creme, mais consistente e nutritivo. 


Essa dieta artificial é um complemento aos insetos que eles conseguem encontrar onde vivem, no Programa de reabilitação, porém em uma quantidade muito limitada em relação à natureza. 
Além disso, cada animal tem preferências, ao aceitar ou não alguns ingredientes, algo normal. Por isso é importante acompanhar cada tamanduá com atenção.

Assim conseguimos manter a saúde de cada animal e permitir o crescimento de tamanduás jovens para que possam ter uma vida mais equilibrada durante os cuidados.

  Redação   Rodrigo Viana / Instituto Jurumi
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